Com a evolução dos materiais odontológicos, é notado uma crescente demanda por sorrisos mais bonitos e esteticamente harmônicos, o que tem incentivado a utilização de técnicas restauradoras mais conservadoras, Este estudo teve como objetivo analisar e comparar as características, indicações clínicas, vantagens, desvantagens e
o desempenho das facetas de resina compostas e do laminados cerâmicos. Portanto, realizou-se uma revisão integrativa de artigos científicos através das buscas nas bases de dados SciELO, Pubmed, e LILAC, utilizados descritores " resina composta", "laminados de resina" e " facetas". Após avaliar uma amostra inicial de 132 estudos, foram selecionados setes artigos publicados entres os anos de 2021 e 2025. Os resultados apresentaram que as facetas de resina se destacam por serem uma opção mais conservadora, de menor custo e que podem ser reparadas em uma única sessão, embora apresentem limitações como a instabilidade de cor e baixa resistência ao desgaste a longo prazo. Enquanto os laminados de cerâmica, se demonstram superiores em longevidade, estabilidade de cor, e maior imitação dos tecidos naturais, porém apresentam alto custo, dependência laboratorial e maior cuidado técnico. Conclui-se que não há um material verdadeiramente superior ao outro, pois ambas apresentam ser uma excelente alternativa para reabilitação estética e funcional. A escolha deve ser feita de acordo com indicação de cada paciente, de um planejamento que considere as necessidades biológicas e disponibilidade financeira do paciente, onde o sucesso clínico depende unicamente do domínio técnico do cirurgião-dentista e do cumprimento dos protocolos adesivos.
Palavras-chave: Facetas dentárias. Resina composta. Laminados cerâmicos. Odontologia estética. Reabilitação oral.